terça-feira, 20 de setembro de 2011

FORMAÇÃO PELA ESCOLA EM PILÕES-PB

Aos interessados em fortalecer a prática da cidadania um dos melhores meios é participando dos estudos nos módulos oferecidos pelo programa Formação pela Escola, agora ,iniciaremos o módulo que estudaremos o FUNDEB, as matrículas estão abertas procurem o professor Damasio.
Aos cursistas que encerraram o módulo de competências básicas podem pegar os seus certificados na secretaria de educação do município. 

RANKING DE ESCOLAS DEVE SER AVALIADO COM CAUTELA

Fonte: Gazeta do Povo (PR)

Nota alta em exames como o Enem não significa que instituições bem classificadas oferecem o melhor ensino

Embora represente um indicador objetivo que auxilia pais na escolha de onde os filhos estudarão, a classificação de escolas a partir de resultados no Exame Na­­cional do Ensino Médio (Enem) deve ser interpretada com cuidado. Pesquisadores da área alertam que os colégios com as médias mais altas não são necessariamente os melhores. “É indiscutível que o Enem significou um avanço no sistema educacional, mas o ranking provoca uma situação desconfortável para as instituições e pode induzir os pais a erros na interpretação”, afirma o diretor da Educon Consultoria em Educação, Evaldo Colombini Miranda. O problema é o que a nota do Enem não consegue captar. Para Miranda, as escolas com as melhores médias também podem ser as mais excludentes, que selecionam seus alunos. O filtro ocorre no momento da admissão dos estudantes, a partir de processos seletivos que admitem apenas aqueles com as melhores notas. Outra forma de escolha ocorre durante o próprio processo formativo, com a eliminação dos alunos que não conseguem acompanhar a turma. Assim, é difícil identificar o conhecimento que a escola agregou aos estudantes. “Nas públicas, principalmente no caso das escolas federais, alguns processos seletivos são ainda mais difíceis do que o vestibular. A escola que recebe um aluno ‘normal’ pode fazer um trabalho até mais significativo porque pega o estudante com deficiências e faz com que ele evolua”, diz Miranda. Capital cultural
 Resultado é influenciado pela família
A aprendizagem é fortemente influenciada pelas condições culturais das famílias dos alunos, característica que no Brasil está muito associada à situação socioeconômica. É o que afirma o especialista em Avaliação e professor titular aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) José Francisco Soares. Para ele, uma média mais alta no Enem geralmente mostra apenas que a escola consegue selecionar seus alunos entre as famílias de maior capital cultural. “Já existem muitos estudos no Brasil e no exterior comprovando que o desempenho é fruto do aluno, da sua família e da sua escola. Nesta equação, a parte da escola é a menor, ainda que muito significativa. Por isso elas lutam tanto para atrair os bons alunos, oferecendo vantagens variadas”, afirma ele, que é doutor em Estatística e pós-doutor em Educação.
Liderança
Conforme estudo feito por Soares no ano passado, escolas privadas que conseguiram as primeiras colocações no Enem 2008 perdem a liderança quando se controla a influência do nível socioeconômico de seus alunos. O professor construiu um indicador da condição social e econômica dos estudantes de cada instituição a partir de informações como escolaridade, ocupação, renda e acesso a bens de consumo das famílias. No ranking tradicional, a rede particular teve 85 colégios entre os 100 primeiros colocados, e apenas um entre os 100 últimos. Quando se fez o ajuste pelas características dos alunos, o quadro mudou: as particulares passaram a representar 35 das 100 melhores escolas e 91 das 100 piores. O bom resultado das escolas públicas no ranking, no entanto, é praticamente restrito a escolas técnicas ou a colégios de aplicação vinculados a universidades. Em todos os casos, são instituições que realizam “vestibulinhos”. “As escolas com melhores médias são as escolas privadas que selecionam os alunos pelo critério econômico e as públicas federais que selecionam os alunos por critérios acadêmicos. Ou seja, recebem os bons alunos. No entanto, é importante salientar que há muitas escolas que selecionam e não conseguem que seus alunos aprendam o que devem”, afirma.  Segundo o pesquisador, na hora de escolher uma escola, além do resultado do Enem, é importante verificar o projeto pedagógico da instituição, analisar a equipe de professores, conhecer o espaço físico, avaliar os recursos utilizados para o enriquecimento do processo de aprendizagem, observar a conduta dos alunos e, acima de tudo, verificar se a proposta da escola atende à expectativa dos pais em relação à formação dos filhos.
 Comparação
O doutor em Educação Ângelo Ricardo de Souza, do Núcleo de Políticas Educacionais da Universidade Federal do Paraná (UFPR), afirma que o Enem é focado apenas nas competências do estudante, e não na política educacional da escola. Souza explica que, diferentemente do Enem, o processo oficial de avaliação do ensino fundamental apresenta um mecanismo que desestimula a exclusão. Lançado pelo Ministério da Educação em 2007, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) leva em consideração tanto as notas dos alunos quanto os índices de reprovação e evasão nas escolas. Ao relacionar esses indicadores, o Ideb desestimula um sistema que reprova alunos para que apenas os melhores façam a prova e também desencoraja modelos que aprovam facilmente os estudantes. Isso porque boas notas na prova seriam minimizadas por quedas na aprovação e alunos sem a qualificação mínima também comprometeriam a avaliação da escola com notas baixas no Ideb. “O Ideb é melhor nesse sentido, pois diminui o peso da proficiência dos alunos”, avalia.
Realidade mascarada
Como a adesão de alunos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é voluntária, ele nem sempre é uma boa régua. Segundo pesquisadores, não há como saber se o grupo de alunos que fez o exame realmente representa a escola. “Para que o resultado de fato signifique uma média dos alunos que estão saindo da escola, é importante que todos participem”, ressalta Evaldo Colombini Miranda, da Educon Consultoria em Educação.  Segundo ele, não é conveniente comparar escolas com poucos alunos inscritos na prova, mesmo com ótimos resultados, com outras que tiveram um número maior de participantes e eventualmente conseguiram um desempenho pior. Com essa preocupação, o Ministério da Educação decidiu alterar neste ano o formato de divulgação do resultado por escola, que passou a levar em conta o porcentual de estudantes de um colégio que participaram do Enem. A mudança mostrou, por exemplo, que menos da metade dos alunos do câmpus Curitiba da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), primeira colocada no ranking do Paraná divulgado na segunda-feira, fez o exame.
 Interesse
As diferenças quanto ao engajamento dos alunos em relação à prova também é um fator importante que interfere nas médias das escolas. Após as mudanças ocorridas no Enem em 2009, no entanto, a tendência é de que os alunos, tanto das escolas públicas quanto das particulares, se interessem mais pelo exame.
Se anteriormente o Enem era usado principalmente para medir a qualidade do ensino no país, há dois anos ele também serve como forma de ingresso em universidades (pelo Sisu, ProUni e Fies) e como meio de obter o certificado do ensino médio (para estudantes acima de 18 anos). 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Firmado convênio com o PAR - Proinfancia

A Prefeitura Municipal de Pilões firma convênio com o FNDE (Plano de Ações Articuladas - PAR), para construção de uma creche. O valor firmado chegado a aproximadamente 1.137.800,00. Sendo a área de construção 1.211,92m², dividido em: bloco administrativo, bloco de serviços, refeitório e recreio coberto, bloco pedagogico.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DE PILÕES- PB : PARTICIPANDO DA ENTREGA DO PEIXE

A secretária Iaci Ramalho entregando peixe


Michel colaborando na entrega


O prefeito Coca e a secretária Iaci Ramalho

O município de Pilões-PB, além das tradicionais festividades da Páscoa foi marcada pela ação em conjunto da administração, representada principalmente na pessoa do prefeito Coca Cunha, na entrega do peixe.

Fotos: Expresso PB

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Educadora: contação de história deveria se tornar disciplina

"Criança que ouve histórias amplia o vocabulário e melhora a linguagem", diz educadora

ROSE MARY DE SOUZA
São Paulo

A contação de histórias poderia entrar na grade curricular das escolas e se tornar mais uma disciplina, uma matéria. Essa é a opinião da educadora e escritora Kátia Vieira, que há 15 anos é contadora de histórias e fez disso um aliado que ampliou a atuação do seu ofício. "Criança que ouve histórias amplia o vocabulário e melhora a linguagem", diz. Para ela, o ideal é começar a atividade para as crianças a partir de 2 anos de idade. Nesta fase, elas já começam a repetir e aprender o significado das palavras.
De acordo com a educadora, criança acostumada a ouvir histórias tem grande chance de se tornar um consumidor de livros. Escutar contos relatados por uma ou mais pessoas amplia a imaginação, aguça a curiosidade e coloca os pequenos em contato com suas próprias emoções.
Seu público, antes restrito ao ambiente familiar, se espalha por espaços onde a abertura de experimentações lúdicas auxilia na arte de educar. Nos últimos 3 anos Kátia desenvolve o "Projeto Coleção Edelweiss", que distribui livros de sua autoria em escolas estaduais e municipais, além de entidades assistenciais e comunidades carentes.
O projeto tem o incentivo do Ministério da Cultura através da Lei Rouanet com patrocínio da empresa BorgWarner do Brasil que apostaram na ideia de levar história contada pelo próprio autor a grupos com pouco acesso a leitura. Em um único dia, por exemplo, Kátia fez cinco visitas e deixou centenas de crianças e jovens com aquele gostinho de 'quero ouvir mais uma história, tia'.
O ato de ouvir "cria movimento nas emoções que se traduzem em atitudes". O assunto carece atenção dos pais. "Mesmo atribulados com a falta de tempo e os compromissos com o trabalho, os pais deveriam investir ao menos 5 minutos por dia com seus filhos para contação de histórias", conclui a educadora.
Histórias Viajantes
Histórias Viajantes é uma atividade desenvolvida pela Sociedade Pró Menor, em Campinas, uma entidade que recebe crianças e adolescentes fora do período do seu horário escolar. A instituição atende cerca de 90 crianças e adolescentes na faixa de idade entre 6 a 14 anos em atividades lúdicas e de educação informal.
Um dos objetivos da entidade é cobrir as carências culturais através de oficinas de informática, aulas de culinária e práticas de esportes. O grupo também é convidado a acessar diariamente a biblioteca.
Para participar do projeto é preciso que os meninos e meninas façam a leitura dos livros e, a partir dessa leitura, selecionem as histórias que desejam contar para outras pessoas. Depois de absorver o enredo do livro escolhido, o contador vai compartilhar com outras pessoas.
Modesto Fávero Neto,um dos fundadores do Pró Menor, fala que já levou a criançada em excursão a outros colégios para levar as histórias. "É muito interessante o efeito da contação de histórias. A criança que ouve depois tem vontade de ler", comenta. A biblioteca tem um acervo variado com publicações com temas de aventura, literatura, ficção e infantil.
Mais uma vez a contadora de histórias Kátia Vieira esteve na instituição e conseguiu a atenção dos ouvintes. Fávero Neto, diz que a Sociedade Pró Menor se empenha na interação do grupo. Além da introdução dos livros na vida dos jovens, o projeto desenvolve aula de música. No entanto, a leitura é o primeiro passo para o acesso às demais ações do Pró Menor.
Fonte: Terra

 

quarta-feira, 16 de março de 2011

PILÕES-PB: CANAVAL ESCOLAR NA COMUNIDADE DE QUEIMADAS




























PILÕES -PB E O CARNAVAL NA CHÃ DO CORDEIROS

Professora Olga



A criançada brincando o Carnaval Escolar




A secretária de educação Iacy Ramalho

O secretário adjunto Damasio

Estava uma delícia

Qual a mais bonita?

Alunos no clima carnavalesco
Tivemos a oportunidade de participar da festa de carnaval promovida na localidade de Chã dos Cordeiros pela administração municipal em união com a secretaria municipal de educação e  com todos que fazem a Escola Municipal José Felix da Silva. Foi uma festa maravilhosa!!!!!!!!

sexta-feira, 11 de março de 2011

CARNADENGUE: PILÕES-PB, EM CLIMA DE CARNAVAL NO COMBATE A DENGUE!


Diretor Igonaldo no clima carnavalesco
Professor  Sandro o animador do Evento


A população nas ruas de Pilões-PB
Equipe da Educação
O povo no clima
Secretários: de Educação Iacy Ramalho  e o de Saúde José Geraldo
Juventude participando
Conscientização para acabar com a DENGUE
Foi uma tarde excelente!!