terça-feira, 3 de julho de 2012

PAR (Plano de Ações Articuladas)


O PAR (Plano de Ações Articuladas) da educação do município de Pilões, elaborado pelo técnico municipal do PAR na pessoa do Prof. Geralcino Marcelino e demais membros da equipe local, foi o primeiro a ser aprovado em todo o Brasil.
E através do Plano de Ações Articuladas serão adquiridos os seguintes itens, conforme demonstrativo acima.

terça-feira, 19 de junho de 2012

EDITORIAL: CIÊNCIA E EDUCAÇÃO COMO AGENTES TRANSFORMADORES


"É preciso que a iniciativa privada invista pesadamente em Educação e capacitação em ciência. Isso não apenas no nível universitário, mas ainda no Ensino Fundamental e Médio, onde é formada a juventude de um país", afirma jornal

Fonte: Correio Braziliense (DF)
Alguns termos tornaram-se muito conhecidos dos brasileiros desde a Rio-92. Sustentabilidade, por exemplo, tem sido muito utilizado, visto a aproximação da Rio+20. Empregado mais rotineiramente em referência a projetos relacionados ao meio ambiente, o termo cunhado em 1983 pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento abriga, na verdade, um conceito muito mais amplo, que é o de garantir a capacidade de manter os crescentes níveis de desenvolvimento sem comprometer o atendimento às necessidades das futuras gerações.
Sob esse prisma, todos os projetos devem levar em conta a viabilidade econômica, ambiental e social. É, portanto, de grande valia a discussão sobre os temas centrais da Rio+20, que são a “economia verde” no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e a estrutura institucional para o crescimento sustentável. Trata-se de um ambiente propício, em que serão apresentadas as melhores práticas do mercado que enderecem esses temas.
O encontro também irá reforçar a ideia de que é possível, desejável e necessário investir em projetos sustentáveis e, com foco principal no capital humano e tecnologia, como fatores críticos capazes de impulsionar o Brasil frente à competitividade global.
Economias sustentáveis privilegiam a transformação eficiente de recursos em riqueza e a construção de uma matriz energética diversificada. Esse paradigma somente se realiza com profissionais de sólida formação acadêmica, que podem prover as empresas com tecnologia e inovação necessárias. Felizmente, esse passo fundamental foi dado pelo nosso país, que tem destacado entre seus principais objetivos a Educação, a ciência, a tecnologia e a inovação, e que serão debatidos durante a conferência.
Ciência e Educação são poderosos agentes de transformação social, mas sua ênfase é também um desafio para a sociedade. Agora é preciso que a iniciativa privada invista pesadamente em Educação e capacitação em ciência, tecnologia, engenharia e matemática — disciplinas que estimulam a descoberta, a aprendizagem exploratória e o raciocínio. Isso não apenas no nível universitário, mas ainda no Ensino fundamental e médio, onde é formada a juventude de um país.
Esse investimento poderá de fato promover uma transformação sem precedentes no sentido de criar uma nova economia do conhecimento no Brasil, globalmente competitiva e sustentável, que pode e deve ser alavancada por megaprojetos, como o do pré-sal. O risco de não continuarmos a investir nas áreas de ciência, tecnologia e inovação é impedir que o país atinja os níveis de competitividade necessários para se destacar no mercado mundial.
Mais do que um fórum de debates, a Rio+20 é um chamado para que as empresas assumam seu papel indelegável neste momento especial que o país atravessa. Investir em uma estratégia que privilegia a pesquisa e a inovação, o aumento de produtividade e competitividade do conteúdo local, o investimento social (principalmente em Educação) e o meio ambiente (incluindo a biodiversidade brasileira) é um dever de todo o empresariado realmente comprometido com o futuro do país. Assim fazendo, não somente estaremos cumprindo com nossas obrigações de empresários cidadãos, mas também agindo como esperam os nossos acionistas, com nossos parceiros e as comunidades onde atuamos. Estaremos sobretudo contribuindo para transformar o Brasil em um país melhor. 

sexta-feira, 15 de junho de 2012

EDITORIAL: FAMÍLIA E ESCOLA, UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA


"A Escola, no seu dia a dia, deve se abrir à participação da família e construir com ela uma relação dialógica, crítica e libertadora, estimulando a participação dos pais em seu contexto", afirma jornal

Fonte: Estado de Minas (MG)
Os estudiosos da Educação há muito registram a importância da articulação família/Escola como um dos meios de aprimoramento do processo Ensino/aprendizagem dos Alunos. O discurso é quase uníssono: os empecilhos para a Educação eficiente e eficaz são maiores quando pais e Professores não se conhecem.
A Ouvidoria Educacional, da Ouvidoria-Geral do Estado de Minas Gerais, recebe um número significativo de reclamações, denúncias e solicitações de informação, que evidenciam, em algumas instituições Escolares, a falta de uma cultura embasada no fluxo claro e objetivo de informações e, especialmente, a falta de participação efetiva da família na vida Escolar do educando.
A falta de discussão e a divulgação deficitária de informações básicas que dizem respeito à vivência dos Alunos na Escola geram dúvidas, desconfianças e, muitas vezes, denúncias e reclamações infundadas. Pais, mães e responsáveis, por diversas vezes, vêm à ouvidoria por não se sentirem à vontade de ir à Escola para dialogar e acompanhar a trajetória Escolar de seus filhos. Muitas vezes esse sentimento de falta de receptividade na Escola se deve ao fato de terem vivenciado experiências malsucedidas, em que não se sentiram respeitados em seus direitos, diferenças e dificuldades ou por não perceberem abertura por parte dos profissionais da Educação na prestação de esclarecimentos quanto à vida Escolar de seus filhos.
Por outro lado, algumas apurações de denúncias e reclamações geram relatórios conclusivos que denotam a falta de participação da família na Escola, principalmente no acompanhamento do desempenho Escolar do Aluno, mesmo quando ela estimula e sensibiliza a comunidade quanto à importância da parceria entre as duas instituições.
A família é importante na construção de significados e significantes primordiais ao desenvolvimento cognitivo de crianças e adolescentes. A formação de valores, crenças, costumes, postura, enfim, as formas de ser e de agir do cidadão são construídas no contexto familiar. Portanto, a convivência com a família deve se prolongar pelas fases de formação e desenvolvimento do ser humano.
No atual contexto social, percebe-se que valores como a ética e a cidadania estão sendo deixados de fora da formação do educando. É preciso uma integração dessas instituições, atuando com objetivos comuns, com pessoal comprometido e metodologias adequadas para resgatar esses valores, tão importantes na formação do caráter do educando.
Nesse sentido, a relação Escola/família é imprescindível à melhoria dos índices de qualidade da Educação. A família, como espaço de construção da identidade dos cidadãos, deve firmar parceria com a Escola, para juntas promoverem o desenvolvimento pleno da criança e do adolescente. Já a Escola assume seu papel de Educadora ao buscar o desenvolvimento do ser humano em todas as suas possibilidades.
A Escola, no seu dia a dia, deve se abrir à participação da família e construir com ela uma relação dialógica, crítica e libertadora, estimulando a participação dos pais em seu contexto. Por seu lado, os pais devem entender que a Escola não é a única instituição responsável pela formação de seus filhos, transferindo suas responsabilidades para ela.
O sucesso de qualquer proposta educacional certamente está relacionado à participação dos pais, ao interesse da família pela vida Escolar do Aluno, ao estímulo à leitura e aos estudos individuais e ao hábito de fazer e corrigir as atividades de casa, ingredientes dependentes da ação conjunta da Escola, da família e da comunidade – três parceiros que podem contribuir para o sucesso dos Alunos, para uma Educação de qualidade e, principalmente, para a formação plena de cidadãos. 


terça-feira, 20 de setembro de 2011

FORMAÇÃO PELA ESCOLA EM PILÕES-PB

Aos interessados em fortalecer a prática da cidadania um dos melhores meios é participando dos estudos nos módulos oferecidos pelo programa Formação pela Escola, agora ,iniciaremos o módulo que estudaremos o FUNDEB, as matrículas estão abertas procurem o professor Damasio.
Aos cursistas que encerraram o módulo de competências básicas podem pegar os seus certificados na secretaria de educação do município. 

RANKING DE ESCOLAS DEVE SER AVALIADO COM CAUTELA

Fonte: Gazeta do Povo (PR)

Nota alta em exames como o Enem não significa que instituições bem classificadas oferecem o melhor ensino

Embora represente um indicador objetivo que auxilia pais na escolha de onde os filhos estudarão, a classificação de escolas a partir de resultados no Exame Na­­cional do Ensino Médio (Enem) deve ser interpretada com cuidado. Pesquisadores da área alertam que os colégios com as médias mais altas não são necessariamente os melhores. “É indiscutível que o Enem significou um avanço no sistema educacional, mas o ranking provoca uma situação desconfortável para as instituições e pode induzir os pais a erros na interpretação”, afirma o diretor da Educon Consultoria em Educação, Evaldo Colombini Miranda. O problema é o que a nota do Enem não consegue captar. Para Miranda, as escolas com as melhores médias também podem ser as mais excludentes, que selecionam seus alunos. O filtro ocorre no momento da admissão dos estudantes, a partir de processos seletivos que admitem apenas aqueles com as melhores notas. Outra forma de escolha ocorre durante o próprio processo formativo, com a eliminação dos alunos que não conseguem acompanhar a turma. Assim, é difícil identificar o conhecimento que a escola agregou aos estudantes. “Nas públicas, principalmente no caso das escolas federais, alguns processos seletivos são ainda mais difíceis do que o vestibular. A escola que recebe um aluno ‘normal’ pode fazer um trabalho até mais significativo porque pega o estudante com deficiências e faz com que ele evolua”, diz Miranda. Capital cultural
 Resultado é influenciado pela família
A aprendizagem é fortemente influenciada pelas condições culturais das famílias dos alunos, característica que no Brasil está muito associada à situação socioeconômica. É o que afirma o especialista em Avaliação e professor titular aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) José Francisco Soares. Para ele, uma média mais alta no Enem geralmente mostra apenas que a escola consegue selecionar seus alunos entre as famílias de maior capital cultural. “Já existem muitos estudos no Brasil e no exterior comprovando que o desempenho é fruto do aluno, da sua família e da sua escola. Nesta equação, a parte da escola é a menor, ainda que muito significativa. Por isso elas lutam tanto para atrair os bons alunos, oferecendo vantagens variadas”, afirma ele, que é doutor em Estatística e pós-doutor em Educação.
Liderança
Conforme estudo feito por Soares no ano passado, escolas privadas que conseguiram as primeiras colocações no Enem 2008 perdem a liderança quando se controla a influência do nível socioeconômico de seus alunos. O professor construiu um indicador da condição social e econômica dos estudantes de cada instituição a partir de informações como escolaridade, ocupação, renda e acesso a bens de consumo das famílias. No ranking tradicional, a rede particular teve 85 colégios entre os 100 primeiros colocados, e apenas um entre os 100 últimos. Quando se fez o ajuste pelas características dos alunos, o quadro mudou: as particulares passaram a representar 35 das 100 melhores escolas e 91 das 100 piores. O bom resultado das escolas públicas no ranking, no entanto, é praticamente restrito a escolas técnicas ou a colégios de aplicação vinculados a universidades. Em todos os casos, são instituições que realizam “vestibulinhos”. “As escolas com melhores médias são as escolas privadas que selecionam os alunos pelo critério econômico e as públicas federais que selecionam os alunos por critérios acadêmicos. Ou seja, recebem os bons alunos. No entanto, é importante salientar que há muitas escolas que selecionam e não conseguem que seus alunos aprendam o que devem”, afirma.  Segundo o pesquisador, na hora de escolher uma escola, além do resultado do Enem, é importante verificar o projeto pedagógico da instituição, analisar a equipe de professores, conhecer o espaço físico, avaliar os recursos utilizados para o enriquecimento do processo de aprendizagem, observar a conduta dos alunos e, acima de tudo, verificar se a proposta da escola atende à expectativa dos pais em relação à formação dos filhos.
 Comparação
O doutor em Educação Ângelo Ricardo de Souza, do Núcleo de Políticas Educacionais da Universidade Federal do Paraná (UFPR), afirma que o Enem é focado apenas nas competências do estudante, e não na política educacional da escola. Souza explica que, diferentemente do Enem, o processo oficial de avaliação do ensino fundamental apresenta um mecanismo que desestimula a exclusão. Lançado pelo Ministério da Educação em 2007, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) leva em consideração tanto as notas dos alunos quanto os índices de reprovação e evasão nas escolas. Ao relacionar esses indicadores, o Ideb desestimula um sistema que reprova alunos para que apenas os melhores façam a prova e também desencoraja modelos que aprovam facilmente os estudantes. Isso porque boas notas na prova seriam minimizadas por quedas na aprovação e alunos sem a qualificação mínima também comprometeriam a avaliação da escola com notas baixas no Ideb. “O Ideb é melhor nesse sentido, pois diminui o peso da proficiência dos alunos”, avalia.
Realidade mascarada
Como a adesão de alunos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é voluntária, ele nem sempre é uma boa régua. Segundo pesquisadores, não há como saber se o grupo de alunos que fez o exame realmente representa a escola. “Para que o resultado de fato signifique uma média dos alunos que estão saindo da escola, é importante que todos participem”, ressalta Evaldo Colombini Miranda, da Educon Consultoria em Educação.  Segundo ele, não é conveniente comparar escolas com poucos alunos inscritos na prova, mesmo com ótimos resultados, com outras que tiveram um número maior de participantes e eventualmente conseguiram um desempenho pior. Com essa preocupação, o Ministério da Educação decidiu alterar neste ano o formato de divulgação do resultado por escola, que passou a levar em conta o porcentual de estudantes de um colégio que participaram do Enem. A mudança mostrou, por exemplo, que menos da metade dos alunos do câmpus Curitiba da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), primeira colocada no ranking do Paraná divulgado na segunda-feira, fez o exame.
 Interesse
As diferenças quanto ao engajamento dos alunos em relação à prova também é um fator importante que interfere nas médias das escolas. Após as mudanças ocorridas no Enem em 2009, no entanto, a tendência é de que os alunos, tanto das escolas públicas quanto das particulares, se interessem mais pelo exame.
Se anteriormente o Enem era usado principalmente para medir a qualidade do ensino no país, há dois anos ele também serve como forma de ingresso em universidades (pelo Sisu, ProUni e Fies) e como meio de obter o certificado do ensino médio (para estudantes acima de 18 anos). 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Firmado convênio com o PAR - Proinfancia

A Prefeitura Municipal de Pilões firma convênio com o FNDE (Plano de Ações Articuladas - PAR), para construção de uma creche. O valor firmado chegado a aproximadamente 1.137.800,00. Sendo a área de construção 1.211,92m², dividido em: bloco administrativo, bloco de serviços, refeitório e recreio coberto, bloco pedagogico.